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"EUA se tornam gigantes quando lutam pela liberdade dos outros".
As palavras do presidente francês foram carregadas de mensagens dirigidas a Trump, a quem cumprimentou efusivamente na chegada ao cemitério e a quem pediu para recuperar o caminho do multilateralismo que permitiu a libertação da Europa do jugo nazista.
"A vitória contra a barbárie teria sido impossível sem os Estados Unidos. E foi obtida graças a que as forças armadas estavam unidas", afirmou Macron em frente a quase 10 mil túmulos de soldados nesse cemitério, situado a alguns metros de Omaha Beach, uma das praias do desembarque e onde houve mais baixas aliadas.
Para o presidente francês, a grande "lição" de Colleville sur Mer, onde fica o cemitério, é que "liberdade e democracia são inseparáveis".
"Sabemos o que devemos aos veteranos: a nossa liberdade. Em nome da nossa liberdade quero agradecer vocês", expressou Macron em uma frase em inglês, dentro de um discurso pronunciado em francês.
Macron, que condecorou com a Legião de Honra cinco desses veteranos americanos, caminhou depois com Trump - acompanhados ambos pelas suas esposas - até um mirante próximo de onde se pode observar a praia de Omaha Beach.

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